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A EFEN oferece, a partir de seus profissionais formados, atendimentos terapêuticos clínicos em Vegetoterapia Carátero-Analitica.

Como se dá a terapia

A terapia tem início com uma entrevista para que se possa levantar dados sobre o caso e a demanda da pessoa que a leva a buscar tratamento. A entrevista é normalmente realizada por dois terapeutas e o caso é discutido com o grupo de supervisores da Escola, a fim de que se possa indicar o terapeuta que melhor se adeque ao caso. Toda comunicação é realizada de forma ética, profissional e visando a estratégia terapêutica adequada.
A análise, a partir de Reich, busca entender a relação da pessoa com o mundo, tanto seu mundo próprio relacional, quanto com o mundo que se dá no setting, no ambiente terapêutico, entre a pessoa e o analista. Nesta perspectiva não se estabelece uma hierarquia relacional, de cima para baixo, entre um sujeito que analisa e um objeto, que é o objeto de cura. O que se dá é um setting diádico, uma relação entre uma pessoa e outra, em que, segundo Ferri, uma pessoa tem uma bagagem experiencial maior e que cuida de outra pessoa, podendo também curar. A experiência do analista é sua capacidade de se colocar na relação com seu corpo e com aquilo que sente, buscando estabelecer uma aliança, muitas vezes não verbal, com a potência vital da pessoa.

Sobre o método terapêutico


A técnica terapêutica permite que o analista estabeleça uma leitura das estratégias de sobrevivência que a pessoa desenvolveu ao longo de sua vida, ou as inteligências que o corpo foi obrigado a desenvolver, mas que no entanto, estabelecem vias entrópicas, ou vias em que a pessoa perde energia e adoece. Dentro do método, são inseparáveis os problemas afetivos, problemas sexuais, os adoecimentos do corpo e os funcionamentos crônicos aos quais a pessoa já se acostumou como dores cervicais, dores de estômago, crises alérgicas, dentre outros, bem como problemas relacionais e de interação social. A chave está em compreender, além dos conteúdos que a pessoa fala, seu modo de funcionamento global, a partir da linguagem verbal que estabelece (a arquitetura do pensamento) e da linguagem do corpo. Este último é de grande importância, pois é a partir do corpo que as relações se dão, como este corpo se posiciona, como reage e como age, como comunica ainda que não se diga nada.

Todas estas comunicações, a partir da linguagem verbal e da linguagem do corpo, são expressões de um mesmo funcionamento energético. O que a clínica oferece é um código de alta coerência que permite que o analista possa se ocupar deste funcionamento global e não estar preso apenas ao discurso. A restrição da fala perde-se quando insere-se o corpo no setting. Ao invés da pessoa falar sobre seus problemas, ela passa prioritariamente a senti-los, e compreende como se dá sua organização psíquica e corporal através de sua sensorialidade. Para tanto, o terapeuta intervém nas relações gravadas no corpo, tanto verbalmente (via Análise do Caráter), quanto operando diretamente com o corpo (via Vegetoterapia ou mobilizações do sistema neurovegetativo, dentre outros).

A quem se destina


A partir deste método, os atendimentos são realizados, considerando-se o desenvolvimento presente da pessoa. Muitas vezes a caracterialidade ainda está em formação, como é o caso de crianças e adolescentes, e em outros casos já  delineou-se o estabelecimento de determinadas estratégias de vida, como é o caso de adultos, casais, famílias e pessoas da terceira idade. De todas as formas, estratégias e resoluções são definidas a todo instante e a terapia pode contribuir para que a pessoa possa perceber de forma mais sensível seus próprios movimentos e os movimentos afetivos das pessoas com as quais se encontra em relação, de modo que possa identificar suas fontes de vitalidade e satisfação e seja capaz de estabelecer estratégias que concorram para este fim.

Atendimentos em coaching


Outra aplicação da técnica terapêutica é o trabalho de coaching, juntamente com as propostas energéticas e de auto-organização da clínica. Muitas vezes a busca por uma terapia não se inicia diretamente sobre problemas emocionais, mas problemas relacionais de ordem prática, como interações que se dão no trabalho, ou estratégias que encontram pontos de conflito e criação de problemas no ambiente de trabalho.

Os atendimentos em coaching, visam o estabelecimento de estratégias dentro das percepções emocionais das relações que se dão e das interações afetivas. O terapeuta e a pessoa analisarão juntos os pontos onde a energia vital relacional encontra estagnações e portanto tornam-se fontes de ansiedade e de movimentações reativas. O coaching não é apenas técnico, mas terapêutico, uma vez que a proposta é a de trabalhar em conjunto os pontos de inflexibilidade caracterial da pessoa.

 

 

 

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